Um típico dia de outono…

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Senti a água quente encontrar meu corpo, molhar meus cabelos e relaxar meus músculos, respirei fundo e deixei meu corpo desfrutar o momento. Um cheiro de rosas recém colhidas perfumavam o ambiente. Ele me observava em silencio, olhava a água delinear meu corpo, fios de água enchiam cada curvinha de meu corpo robusto e carnudo. Fechei os olhos quando ele tocou meus cabelos enchendo-os de xampu, os dedos dele me proporcionavam uma massagem relaxante, meu corpo todo foi amolecendo, era como se uma ligação cósmica estivesse nos unindo naquele momento, o tempo parecia ter congelado, ele me virou e me puxou de encontro ao seu peito, abraçou-me, deixou a água cair em nosso corpos levando toda a espuma enquanto acariciava suavemente minhas costas. Eu poderia ter ficado a vida toda nos braços dele.

Derramei um pouco de sabonete nas mãos e passei sobre o peito dele, não olhava seu rosto, pois sabia que ele me observava atentamente, fixei os olhos em seu peito, espalhando o sabonete e desenhando pequenos círculos com as pontas dos dedos,  ele levantou meu queixo com a ponta de seus dedos e aproximou o rosto do meu, eu sorri, seus lábios encontraram os meus num beijo doce, suave, cheio de candura e desejo, ele acariciava meus lábios com os próprios lábios, puxando-me para mais perto de si. Coloquei as mãos em seu pescoço e deixei-me levar novamente, a língua dele explorava minha boca, parecia dançar uma música lenta em minha boca.

Meu corpo respondia aos estímulos positivamente e eu podia sentir ele ficando excitado também,  ele começou uma longa peregrinação pelo meu corpo depositando beijinhos em mim, saindo da boca indo para a orelha e descendo pelo pescoço, beijou meu colo, em seguida beijou meus braços, ao chegar em minhas mãos ele beijava delicadamente a ponta dos meus dedos e observava a minha reação, era prazeroso e excitante estar com ele. Os beijos voltaram ao meu colo descendo por meus seios, concentrando-se meus mamilos em alguns momentos, eu continuava imóvel, sentido o toque gentil e delicado dele. Ele desceu pela minha barriga beijando minha cicatriz com carinho, quando achei que ele chegaria ao destino final ele fez uma pausa, olhou para mim deu um sorriso malicioso e  se curvou, ele segurou meus pé direito depositou beijinhos delicados em cada dedo e subiu beijando o peito do meu pé até estar próximo da virilha, sorriu novamente e repetiu o processo com o pé esquerdo.

A essa altura eu já estava em outro mundo, sentia-me amada, plena, cuidada, eu sentia algo alem do prazer físico. Então ele virou, fazendo eu ficar de costas para ele, ainda curvado ele beijou minha bunda subindo por minhas costas, cada toque de seus lábios misturados com a água quente me causava arrepios, quando chegou em minha nuca ele me puxou contra seu peito novamente e explorou vagarosamente meus seios com as mãos. Ele apertava os meus seios e beliscava delicadamente os mamilos enquanto beijava e lambia minha nuca, eu sentia sua ereção contra meu corpo, eu o desejava, eu precisava daquilo. Ele segurou minhas mãos e as conduziu a parede, abriu levemente minhas pernas, fazendo-me apoiar na ponta dos pés, chegou pertinho e deixou seu membro rígido me tocar, eu o sentia quente, vibrante, tentei me mover ao encontro dele mas ele segurou meu quadril me mantendo parada.

Gemi baixinho quando ele entrou em mim, senti meu corpo se abrir para recebê-lo, senti uma onda de prazer instantânea, ele sorriu e me empurrou contra a parede penetrando-me de forma  lenta, aquilo era uma tortura, mas era uma tortura muito boa. o corpo dele me preenchia pouco a pouco, sem pressa, eu sentia meus músculos se contraindo, esperando, ansiando por uma onda de prazer que parecia não chegar nunca, ele continuava em seu ritmo lento, aquele entra e sai parecia durar horas mas era tão bom,  eu sentia minha alma conectada a dele, sentia seu corpo quente pressionar minhas costas e o azulejo frio do banheiro de encontro ao peito, eu precisava que ele aumentasse o ritmo, mas ele não atendia aos meus desejos, tanto tempo sendo estimulada vagarosamente me fez sentir algo inigualável, minha pele estava sensível, meu sexo contraído, os movimentos dele ritmados e lentos como uma valsa imperial, foi então que senti uma onda de calor subir dos meus pés até meu couro cabeludo minhas pernas tremeram, ele me sustentou enquanto meu corpo todo vibrava e se retorcia. O ar que meus pulmões aspiravam não pareciam suficientes para suprir a necessidade do meu corpo, eu explodi de prazer, um prazer que parecia durar uma eternidade, eu gozava e ele mantinha o mesmo ritmo, fazendo meu orgasmo ficar prolongado, o excesso de estimulo fazia minha buceta vibrar de uma maneira indescritível. Tudo ficou escuro, eu não tinha força para abrir os olhos, meu corpo amoleceu, ele me virou e me pegou no colo, apoiando minhas costas na parede, encaixou em mim novamente e ficou parado, no momento em que ele entrou em mim fiquei ainda mais contraída eu podia sentir os jatos de prazer me inundar, ele gemeu baixinho beijou minha testa. 

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jardimetilico:

DESABAFO DE UMA GORDA

O que é beleza? O que é um padrão de beleza? Quem dita as regras? Quem diz o que é feio ou bonito? Quem envenenou a mente das massas? Desde quando se discrimina pela aparência? É num mundo de aparências que eu vivo, num mundo onde quem é bonitinho pode até roubar, num mundo onde quem tem o “biotipo” perfeito sobrevive. Que mundo é esse que só fabrica vestuário para as magras? Que mundo é esse onde quem se discrimina homossexual, negro vai preso e quem discrimina o obeso é apoiado? Não sei se quero continuar vivendo nesse mundo tão cruel e devastador, um mundo que destrói os fundamentos da psique só por que sou gorda. Quem é normal; eu ou você, mundo? O que é normal? Por que preciso ser rejeitada? Por que teus olhos me condenam? Por que você acha que eu não tenho valor? Por que tem nojo de mim? Por que te causo repulsa? Por que me abandona? Por que me reprime? Porque me acusa? Por que teu ódio me corroe? Por que destruístes meus sonhos? Por que, mundo, tu pregas o amor livre e me aprisiona? Por que silencia meu pranto, me chamando de “gordinha”?  Por que me odeias tanto? Não tenho culpa de ser assim, e não mereço ser castigada, porque minha calça é tamanho 54. Por que, mundo? Por que? Só não te esqueças, mundo; você também é redondo.

@pensamentosana

A lenda do Boto

 
 
Conta na Amazônia, que os botos do rio Amazonas fazem charme para as moças que vivem em vilas e cidades à beira-rio.
Eles as namoram e, depois, tornam-se os pais de seus filhos!

No início da noite, o boto se transforma em um belo homem e sai das águas, muito bem vestido e de chapéu, para esconder o buraco que todos os botos têm no alto da cabeça (o buraco serve para respirar o ar, já que os botos são mamíferos e têm pulmões, como você). O rapaz-boto vai aos bailes, dança, bebe, conversa e conquista uma moça bonita. Mas, antes do dia surgir, entra de novo na água do rio e se transforma de novo em um mamífero das águas.

O boto verdadeiro
O verdadeiro boto é um mamífero da ordem dos cetáceos. Há um grupo deles que vive exclusivamente em água doce, de rio. O que vive na América do Sul tem o corpo alongado, de dois a três metros de comprimento. Tem grandes nadadeiras peitorais e cerca de 134 dentes. São cinzentos, mas clareiam com a idade e ficam cor-de-rosa!

Botos comem peixes e, às vezes, frutos que caem no rio. A fêmea tem um filhote, que permanece ao seu lado até ficar adulto.

Parece que as lendas sobre “botos-homens” só surgiram no Brasil a partir do século XVIII. Pelo menos, nenhum pesquisador encontrou registros mais antigos dessa lenda! Mas, na mitologia dos índios tupis, há um deus - o Uauiará - que se transforma em boto. Esse deus adora namorar belas mulheres.


Até hoje, mães solteiras na região do Amazonas dizem que seus filhos são filhos “do boto”! O olho do boto, seco, é considerado um ótimo amuleto para conseguir sucesso no amor. Se o homem quer conquistar uma mulher, dizem que ele deve olhar para ela através de um olho de boto. Desse jeito, ela não vai poder resistir - e vai ficar perdidamente apaixonada…

 (texto copiado e colado)

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